Diretamente de (Jacaré)(í) = Rios cheios de Jacaré, @camaradeecos lançou a NOVA "Cami.Case"




ERA DE TAURUS
Vídeo clipe animado por Marcílio Pires 
Música produzida por Raul Ronde
RDF$$$ VSR

"Novamente nos encontramos num tempo em que se faz necessário aparecerem homens e mulheres corajosos, pioneiros e desbravadores. Não para aumentarem as fronteiras dos países, mas para dominarem a si mesmos, conhecerem-se intimamente e terem a coragem de acreditar EU SOU O QUE O CRIADOR É, e que da mesma forma são todos os seres humanos.
Caminhamos e aprendemos e não devemos deixar de compreender as lições que cada passo nos dá. Conquistadores, não esmoreçam debaixo do sol tórrido, dos desertos, da fome e da sede, do frio e dos picos nevados, tampouco desanimem ante a solidão do caminho.
As forças criadoras do Universo se acham voltadas para o vosso mundo. E o poder da transmutação é total. Tudo o que foi demolido será triturado e transformando em pó, e o espirito da Verdade fará ressurgir o novo mundo adequado aos habitantes que nele devem evoluir e crescer sob os olhos do Pai. E Ele anseia ver sua criação sair das sombras e se posicionar sob a luz do sol do seu próprio Espirito Divino e realizar toda a obra a que está destinada."

- Trecho do livro "Pérolas do EU SOU"



BLACK ALIEN FREE$$$TYLE
@camaradeecos_ @ax_el_berigi
BR.UNO . Apelidado Axis



Isso é só um relato
 de quando a caneta parece estar viva
De quando meu sangue flui por ela
 e pinga na folha a tinta
Vou de cabeça no rio da Vida
Deus é o Verbo e eu faço rima 
Uma voz me chamou de cima 
Levantei da cama
Sentei na quina da calçada  na porta de casa
Só me resta ver o céu que parece abandonado 
Sei que tô errado 
Sei que toda manhã vem o Jardineiro do Espaço
Regar nossa Consciência 
para que floresça 
Por isso eu me planto ali
Tomando Sol que nem um vira-lata
Luz dourada pra cabeça
Abençoa a água 
Me sequei das mágoas 
Soprei fumaça para as águias
Vai e vê
na frente e guia
Estou aqui, não é revelia 
Então que venha o julgamento dos dias
Tão distantes do Plano Divino
Que caímos num gigante abismo
E caindo durante muitos
Anos e anos estamos 
E assim podemos ver 
novamente as Estrelas
E entender a Ordem do Universo
Que é Harmonia
E assim viver uma Nova Vida
É o que a Terra grita e ninguém ouvia
Só faço verso que minha mãe falou
Só tô vivo graças ao Amor
Pra essa lambada quem me convidou? 
Pra esse baile de mascaras 
Carnaval passou
Coloquei minha fantasia 
Poucos carros na avenida
As coisas não estão definidas
A mídia o fantasma da agonia 
E as pessoas tudo repetiam
nos pontos de ônibus, no whatsapp
Sai pra andar sem maps
Tipo fazer alguma coisa grátis 
Buscar o Tesouro da Terra Prometida
Que se escondia 
Porque eu ainda não me conhecia 
Nem sei se conheço
Uma prova disso é que a caneta acabou de parar
Acabou de falhar
Será que eu ainda estou falhando 
Será que eu tenho que continuar, andando, por aí...
Até uma rua sem saída, pra voltar do começo
Por isso eu faço verso e só agradeço
Que o Freestyle e a prece vem do mesmo endereço
Portal do Espirito 
Se for no papel não desperdiço 
Nenhum pedacinho 
Porque era uma arvore 
Por isso Herança deixei escrito
E agora eu sigo meu caminho
Eu Sou o Caminho
Não estou sozinho
Só existe o caminho
Avisa o Jardineiro
Que talvez eu seja uma rosa que tem espinhos 
E se o céu me olha como eu olho uma rosa
Quem esta olhando quem?
Podemos ser tudo na mesma ordem







ANALOGIAEU por Cascavel Ribero


A História começa bem antes de iniciar. 
A algum tempo atrás passei a dormir com um caderno ao lado, pra registrar os sonhos que eu vinha
experimentando como nunca antes ou como se talvez eu não lembra-se de minha juventude e infância,
mas as lembranças de meus 3 a 4 anos de idade são muito vivas, e parando pra refletir entre esses anos,
é sim possível perceber sentimentos dessa viagem toda pra chegar até aqui.
Em um certo sonho tive a percepção de uma nova realidade, através do sutil que pude observar, por meio
da fragmentação do meu ser  imaginário, e de reencontros que diziam histórias sem palavras, mas sentidas,
como é a experiência do sonho pintado ANALOGIAEU.
Sonhei com esta dimensão numa noite de quarta-feira, no dia 18 de Dezembro de 2014, Calendário gregoriano.
Sobre a presença do Kin 154, Mago Espectral Branco, Sincronário da Paz, na zona Sul de São José dos Campos - SP.
Através da seguinte pratica de meditação, própria para ter consciência desperta, seguida da entrega do sono
no mundo dos sonhos.
Antes de se deitar, tenha a intenção de ir para um bom lugar, a oração é uma guia, que é verbo falado ou
inspirado, direcionando quais portais abrir.  Podemos conversar com nosso Anjo da guarda para que nos
acompanhe, como melhor sentir, pois no mundo dos sonhos continuamos nosso serviço de aprendizes,
de evolução do ser, trabalhando, resolvendo situações, encontrando com nossos ancestrais, tudo depende
de nosso sentimento e intenção. 
De corpo esticado de barriga pra cima, escolha uma cor ou comece a visualizar, luzes de tons variadas da
forma como preferir, sabendo que cada cor tem uma qualidade de cura, tem som e luz, assim é o Ser.
Com movimento espiralado, imaginando essa luz irradiando da ponta dos pés, tocando cada fragmento do
corpo, trilhando o caminho interno, chegando na altura da cabeça, saindo pelo terceiro olho do corpo, onde
esta localizada a glândula pineal. Leve sua atenção a buscar o som mais distante através do mergulho do
espírito de seu ser no Universo, deixando se ir essa atenção ao som mais distante que você puder captar,
de uma maneira sincronizada com a respiração, volte sua atenção novamente para a ponta dos pés,
tocando com a luz do imaginário seu corpo para novamente sair pelo terceiro olho, buscando sons mais
distantes ainda, fazendo assim um movimento cíclico ate o corpo ir se soltando, relaxando, e em algum
momento seu corpo irá se entregar ao sonhos. Você sentirá uma corrente de energia vibrar no seu corpo,
e poderá percebe que seu estado mudou energeticamente num ínterim de espaço, chegando ao estado de
vigília. Caminhando por essa meditação e unindo conhecimentos é possível com facilidade viajar no mundo
dos sonhos, atravessando assim  o primeiro portal do sonhar ( ver livro - A Arte do Sonhar de Carlos Castaneda).
Toda Ideia pertence a Ilusão.

Dentro do sonho da ANALOGIAEU, quando eu vi tudo aquilo que eu estava vivenciando, tive a certeza de
ser real, e tenho certeza que é real, me senti de forma física presente. Me senti materializando numa
escuridão, senti calafrios nos pés, os pelos do braço arrepiar, senti meu calor e de outras pessoas que
passaram por mim, olhei ao lado, uma brecha de luz, vultos passaram, ouvi vozes e segui nessa direção,
passei por uma cozinha muito colorida. Uma porta aberta me levou pra fora da casa,  encontrei minha mãe
Ângela Maria e alguns amigos. Vi uma piscina com um fio de água, dentro tinha duas estátuas deitadas e a
estrutura da piscina era muito diferente. Caminhei para frente, sobre cascalhos de diversos tons de vermelho,
rubi, sépia e um leve granulado de turquesas e pedras amarelo ocre. Me voltei a visão de onde eu tinha
saído, reencontrei-me com a figura de uma casa muito familiar na cor amarelada de uma estação de outono,
tinha uma ponte ao meu lado direito, pés de milho e lírios da paz. Uma grande plantação de como muitos
chamas de eu-caliptos estavam atras da casa. 
Foi uma surpresa tão grande ver aquelas arvores de perto que corri para os fundos e adentrei na floresta
com Isabela. Uma observação, é que as algumas pessoas eram como caleidoscópios externos.  
Caminhamos por uma imensa trilha entre as arvores, a floresta estava bem fechada, escura, e dos dois
lados tinha batentes de portas irradiante de luz branca e muitos pontos de luz, com suas maçanetas no ar.
Continuei caminhando, ate que um movimento entre uma das portas me chamou a atenção. Parei na frente
dela, e a paisagem da floresta dentro da porta se derreteu e se transformou em um lugar totalmente diferente,
era tudo muito brilhante, as cores daquela dimensão que me pareceu ser outra havia se tornado doce, com
cores entre rosa, verde, amarelo, azul, laranja, tudo muito claro. Tentei abrir a porta mas não consegui e segui o
caminho naquela trilha de arvores. Até que cheguei a um campo imenso, onde o céu se movia como um
redemoinho de estrelas, eu pude ver as arvores sumindo no horizonte, e a minha frente caminhava cinco
seres que se aparentavam como os seres humanos, eles tinham entre 3 a 5 vezes mais de altura do que eu,
suas peles eram acinzentadas e desenhadas como as arvores. Três deles caminhavam como se estivessem
dançando, com passos largos e braços ondulantes, os outros dois estavam cada um com uma bicicleta de um
formato muito especial, parecia o inicio de um DNA e todos caminhavam no sentido para frente da minha
direita. Eu sabia que estava ainda sonhando, mas com a certeza de que agora então, naquele momento,
aquela realidade se manifestou em verdade e estava além do que eu podia acreditar, do que pudesse eu imaginar
ser possível. Meu coração quando avistou aqueles seres saltou pulsares a milhões, me assustei e quis acordar
para que eles não me encontrassem, não consegui despertar dali e foi quando decidi focar a minha atenção
em cada detalhe, era assustador e maravilhoso ao mesmo tempo. Foquei dali em diante e guardei o que vivi
desde o despertar dessa realidade para ter comigo cada detalhe daquele mundo, decidi ali comigo, verbalizando
em voz alta, a minha intenção de pintar tudo que estava experimentando. Voltei me para a direita num meio giro e
segui meu caminho pela lateral da floresta até chegar num túnel de raízes avermelhadas. O final do túnel nos
levou a uma escada, essa escada nos levou a muitas e muitas outras escadas com várias direções, portas,
portais, jardins, desertos, outros mundos e seres elementares da natureza. Despertei do sonho muito cedo
pela manhã e registrei o sonho em escritas e  fiz dois registros desenhados com caneta esferográfica do sonho.
Meditei por cerca de dois pra três meses sobre o sonho, buscando calcular em meus pensamentos como eu
poderia pintar algo pra descrever as visões, com tamanha grandiosidade de sentimentos.
Cerca de um mês em Salvador,  vivi sonhos acordada, conheci um pedacinho da Favela, Pâmela, Samuel,
Marcos no Pelourinho, conheci também dois meninos que diziam morar na rua, sonhando com uma casa que
tenha uma beliche, o mais velho Agnaldo decidiu cuidar do menor que disse que seu nome é Bruno, mas seu
apelido é Lucas, são realmente seres brilhantes. No dia 04 de Março de 2015 depois de ter conhecido artistas
da região e do mundo e ter brincado de pega-pega no Farol da Barra, nos assentamos pra ver o pôr-do-sol,
um despertar me veio na cabeça, peguei meu caderninho e ali rasurei o sonho, no formato de sete cenas.
Caminhei no interior da Bahia com uma mãe e seu filho, Barbara e Acauan, chegamos em uma cidadezinha do
interior de Muritiba onde conheci uma família do então único professor de química e física Getúlio Vargas,
ficamos alguns dias na casa deles, os móveis tinham cerca de 400 anos e a energia do Lar era incrível.
Em seguida fomos pra Chapada Diamantina, onde tive mais um tempo pra meditar no formato da Obra.
Sonhei em pintar algo grandioso, como nunca havia sonhado antes. Senti uma responsabilidade de relatar as
visões em telas imensas, ainda sem saber porque eu gostaria de fazer algo tão imenso. Sabia desde o sonho
que foi me dado esse trabalho, da teia das conexões do Universo, um presente da vida, para que as pessoas
que as acessasse pudessem também sentir, até mesmo o vento, que de como telas se transformaram em janelas
um portal vivo. 
Chegando em São José dos Campos- SP,  fiz a encomenda dos painéis, um pedido de seis telas de
1,30 de altura por 1 metro de horizonte e uma tela de 1,30m x 2m.
As telas chegaram no dia 08 de Agosto de 2015, com a ajuda de meu primo Maelson, que foi comigo busca-las.
E imediatamente comecei a riscar. 
Passei cerca de 2 anos pintando, o primeiro ano, sai de casa apenas pra comprar tinta, pra fazer a feira no
mercado de frutas e pra tomar café na casa dos meus primos-irmãos, Thiago e André que moram com seus
pais.
Acordava pela manhã, as vezes levantava entre as 09h30 e 10h, tomava café, e iniciava a pintura, em certos
momentos, o mergulho era tão profundo que me esquecia de tudo, até de tomar água, almoçava geralmente
por volta das 15h e parava de pintar entre as 23h30, 00h, conversando com as telas, eu ia a elas perguntando
quem gostaria então de ser pintada.
Depois de um ano, decidi compartilhar publicamente o que eu estava trabalhando. Fiz meu primeiro relato escrito
e compartilhei com a fotografia de uma parte da tela em processo. 
Cinco minutos depois recebi uma mensagem do Axel, que me contou ter sonhado comigo, até ali eu praticamente
não o conhecia. Ele me relatou que em seu sonho me viu pintando uma tela, era uma menina que caminhava
num caminho de arvores imensas. Eu perguntei a ele se ele tinha visto o que eu havia compartilhado, sabendo que
não poderia ter dado tempo pra isso, mas seu relato foi praticamente o mesmo que eu havia descrito e a imagem descrita,
foi da tela que eu estava pintado, da menina caminhando entre as arvores.  
Segui pintando, em busca de conhecer meu trabalho, curiosidades, questionamentos me fizeram caminhar e buscar
respostas, fiz pesquisas no Google e no dicionário, pois quis saber o significado de algumas palavras, conversei com
alguns profissionais, entre eles, Físico, Apicultor e Bióloga.
Quando acordei, escrevi e rascunhei o sonho e dei a ela o nome de “Analogia do Eu-calypto”, na pesquisa do dicionário
procurei o significado de certas palavras:
Eu: Primeira Pessoa do Singular. E calypto: corruptela de eu-calipto que é o mesmo que, por abuso se escreve e
se pronuncia erradamente, corrupção, abuso, pequeno arraial de garimpeiros em busca de terras virgens,
o mesmo que corrutela, corrupção.
Senti muito amor por tudo que vivi dentro do mundo do sonho e por mais que estivesse com medo, surpresa e
maravilhada pela visão, eu não quis dar a ela nome de corrupção, seguindo a pesquisa procurei caminhos pra
saber quem são essas arvores, de onde vieram. Então numa reunião de amigos  junto da cigana Miranda o nome
da Obra nasceu, ANALOGIAEU
Eu sempre gostei da formação da composição em que essas árvores eram plantadas.
Em uma viagem ao Rio Paraíba, me senti com muita dor no corpo, por ver e sentir o rio seco e ver essa plantação
de árvores fortes e suculentas, sugando todo rio, onde fazia cerca de três meses pra mais que não chovia, o sentimento
foi de indignação e desejo de morte por elas.
Comparei os cenários com as outras viagens que fiz a Bahia de carro, foram oito viagens ida e volta durante
esses dez últimos anos, passei pelo mesmo caminho em algumas dessas viagens e a visão terrestre mudou
muito. O que era plantação dessa espécie será pasto, o que é pasto foi essa plantação.
 Algumas pesquisas me trouxeram seu verdadeiro nome, que é Mogno Australiano de origem Australiana,
introduzida no Brasil em 1868 no Estado do Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, para arborização das ruas
e para cortar o vento. Em 1903 no Estado de São Paulo passou a ser implantada para ser utilizada na produção
de lenha. No decorrer dos anos a árvore passou por mutações genéticas em busca de satisfazer as necessidades
de consumo tanto em matéria prima para construção quanto em renda monetária e hoje existem mais de 200 espécies.
Informações que não encontrei e que não são citadas na pesquisas é que ela feita desta maneira, produção massiva
onde é cortada com cerca de 4 a 5 anos para a industria, é uma degradação a Terra de tamanha fatalidade.
Essa árvore absorve toda água do terreno pra crescer matando as vitaminas do solo, mas depois de sete anos
de idade já depois ter alcançado uma melhor idade, ela passar a trabalhar junto da terra devolvendo a água
que absorveu, fazendo um reciclo da água. E que é possível criar medicina por meio de suas flores, cascas e
cultivando outras espécies como a bananeira ao seu redor, planta que precisa de muita água para desenvolver-se,
assim o mogno se torna uma amiga, distribuindo água as demais plantas.
 Observando a Terra como nosso corpo, a água como nosso sangue, o fogo como o nosso espirito e o vento
como nosso sopro, temos que juntos pensarmos e refletir nas palavras que emitimos na maneira como cultivamos
o alimento,, no agradecimento pela existência, pois somos responsáveis hoje pelas próximas gerações.
Não somos dono da terra, estamos numa Terra linda e de passagem. Cravados com crenças antigas que precisam
hoje mais do que nunca de uma transmutação.
Nesta Obra encontrei a chave, a libertação e a cura de minha história familiar, pessoal e social.
A mim, a pintura é um fragmento intrínseco da vida, um ínterim que transmite a pulsação da frequência cardíaca,
e em cada pincelada descobrem-se chaves para abrir portais com novas percepções, conhecimentos,
reconhecimentos, respostas, mas questionamentos e respostas. De uma forma sútil talvez inimagináveis,
mas perceptíveis, como pelo interior daquele que se permite fechar os olhos, para sentir a luminosidade do Sol diante
de seu rosto, assim é o globo ocular que fotografa, levando as informações pra dentro do ser. É também como um
abraço de irmão que com o Amor traz a chave de uma nova dimensão e reconhecimento da Vida. ANALOGIAEU
revela uma obra pintada com linguagens e simbologias entre diálogos não ditos, formas, cores, substâncias,
personagens e caminhos em uma nova terra de sentimentos arbitrários.
 O alinhamento da Obra é o fio que traz a alquimia monocromática obscura e ao mesmo tempo tonalidades coloridas,
cheia de Luz e energia, vivificando histórias canalizada, com ligações relacionadas com as obras “Re-nascida” e
“Cindaura” e tudo o que há no meio tempo desses trabalhos. Existe uma imensidão de possíveis ideias
relacionadas à analogia de cada pedacinho da Obra, ligada com os sonhos de minha vida e que caminhando
com ela tive a certeza que muitas pessoas já sentiram a Obra antes de ter visto pessoalmente e pela Gratidão,
assim também sou muito grata pela experiência.
O conhecimento adquirido através da experiência vivida e pintada representa o momento atual do planeta Terra e sua
transição de mudanças eterna, regidas pelo Grande Mistério nessa esfera do século XXI. Existem símbolos e
demais linguagens que só poderão ser reveladas a partir da visão individual ou coletiva pelo reconhecimento
de seus sentimentos, como vem acontecendo.
Nem tudo o que vemos é real, lá e cá. Podemos adentrar no mundo dos sonhos e nos curar. Se não existe
proteção e pureza no coração, pode ser difícil se manter estar saudável, pois o pensamento, o imaginário cria
tudo, toda nossa realidade ao redor, somos os responsáveis.
ANALOGIAEU questiona como observamos e sentimos a fauna e flora, o que é estar na Terra, como nos sentimento
por meio da Arte Visual e da Diversidade cultural presente aqui e agora, na unidade em todo o Universo. 
A porta que se transformou e que não se abriu, me mostrou que eu precisava caminhar mais ali, conhecer os
guardiões daquela floresta, me ensinar que pela corrupção não existe passagem, não existe vida doce, leve e
verdadeira. 
Que os seres que encontrei são meus irmãos do micro ou macro do cosmos.
Que não existe separação em luz e sombra, existe a dualidade, o que chamamos de mal é uma qualidade do
verbo que criamos aquilo que temos medos de conhecer. 

Que as portas estão abertas para a grandiosidade de reconhecimento de Deus, onde seu Amor vibra em todas
as coisas e em Tudo. 

@cascavelribero lançou o som "ANALOGIAEU P.ARTE 1 (prod. A.X.L)


Confira também "ANALOGIAEU P.ARTE 5" material da obra pintada ANALOGIAEU